Categoria: Artigos
Data: 03/04/2026
“Filho do homem, estes homens levantaram os seus ídolos dentro do seu coração...” (Ezequiel 14.3)

A idolatria nunca desapareceu; apenas mudou de nome e de aparência. Os antigos deuses tinham rostos de pedra e de bronze e hoje assumem formas de sucesso, prazer, dinheiro, poder, beleza e aprovação. Continuam prometendo felicidade, mas entregam vazio e escravidão.

Jesus chamou o dinheiro de “senhor” porque sabia o quanto ele pode dominar corações. O deus Mamon ainda exige sacrifícios no altar do trabalho e da pressa. O deus Moloque ainda devora filhos quando pais trocam presença por telas e conquistas. Mamon continua seduzindo pessoas, fazendo-as acreditar que sempre precisam de um pouco mais… um pouco mais de conforto, de poder. E assim, muitas sacrificam a família, o casamento, os filhos, a saúde e o descanso no altar do dinheiro. Algumas até justificam essa adoração dizendo que estão “pensando no futuro dos filhos”, quando, na verdade, o mais importante para o futuro deles é a presença amorosa no tempo presente.

Deus não quer uma parte do coração — ele o quer inteiro, pois só ele pode preencher o vazio que os falsos deuses ampliam. Pergunte-se: o que ocupa mais o meu coração? O que me rouba a paz? Ore: “Senhor, revela o que tem tomado teu lugar em mim.” A verdadeira liberdade começa quando derrubamos os ídolos e deixamos Jesus Cristo reinar novamente.

Tags: cada dia

Autor: Rev. Giuliano Coccaro   |   Visualizações: 526 pessoas
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